As 100 Maiores Empresas Cooperativas
Foi publicada a edição 2009 das 100 Maiores Empresas Cooperativas. Pela primeira vez, a publicação é promovida pela CASES - Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, CIPRL, que vem suceder ao INSCOOP. Durante 25 anos, o INSCOOP levou ao prelo esta revista, procurando tornar visível uma parte importante da realidade cooperativa.
Integram as 100 Maiores Empresas Cooperativas, referente aos dados de 2008, 59 cooperativas agrícolas, 13 cooperativas do ramo da comercialização, 12 cooperativas de ensino, 5 de habitação e construção, 4 cooperativas de consumo, 4 de serviços, 2 do ramo da cultura e 1 cooperativa de solidariedade social.
O nível de actividade global das 100 MAIORES situa-se próximo dos 3,5 mil milhões de euros, registando uma variação nominal a rondar os 11 por cento em relação ao ano de 2007.
O ramo da comercialização continua a ter um peso preponderante neste grupo, pertencendo-lhe quatro das cinco maiores cooperativas portuguesas, todas elas desenvolvendo a actividade distribuidora de produtos farmacêuticos. Por si só, as 13 cooperativas deste ramo facturaram 48 por cento da actividade total.
De acordo com o critério volume de vendas, a UDIFAR – Serviços, Crl surge como a líder incontestada. Esta cooperativa sucede à CODIFAR.
A COFAC revelou-se como a melhor cooperativa em dois dos oito critérios também analisados. Surge como a que gerou um Valor Acrescentado Bruto mais elevado, de cerca de 40 milhões de euros e um melhor cash-flow, próximo dos 9 milhões de euros.
A mais eficiente na utilização dos recursos humanos volta a ser uma cooperativa ligada ao ramo de habitação e construção, a C.H.C. , com uma produtividade do trabalho a rondar os 370 mil euros.
Por seu turno, o INSTITUTO PIAGET, gerou os maiores resultados líquidos do grupo durante o exercício económico de 2008, um pouco superiores a 3,5 milhões de euros.
A PROLEITE continua a revelar-se como a cooperativa que mantém o nível de Capitais Próprios mais elevados, de 153 milhões de euros.
A CAMINHOS DO FUTURO apresentou uma autonomia financeira invejável de 92 por cento.
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| Última actualização Segunda, 21 de Novembro de 2011 |


