Principais desafios

Como principais desafios destacam-se:


“Este maior protagonismo do terceiro sector não está isento de ambiguidades e contradições realçadas por muitos autores (Defourny, J., Favreau, J. L., Laville, J. L., 1998; Döring, R., Kegler, M. (ed.), 1996). Por um lado, destaca-se a sua crescente dependência financeira e institucional da administração pública, a sua concomitância e possíveis manipulações políticas, as dificuldades em articular os interesses particulares com o interesse geral, a verificação da sua representação, etc., e, por outro lado, assinalam-se as precárias condições de trabalho, o "sequestro" da voz dos pobres nas mãos de uma crescente profissionalização, a irrupção de critérios de gestão empresarial, mais hierárquicos e menos participativos, a crescente concorrência inter-associativa, o risco de abandonar a lógica da doação e a reciprocidade pela procura de benefícios, etc.”

(in http://www.ilo.org/ciaris/pages/portugue/frame/r3-2-2.htm)

(A Economia Social) para florescer além dos países francófonos precisa ser remodelado pelas culturas e dinâmicas de cada país …(assim)…pode ser percebido internacionalmente como tendo, simultaneamente, uma identidade básica precisa e uma forma flexível de se expressar relativamente às suas várias componentes, dependendo das circunstâncias”
 (Defourny et Monzón , Economía social : entre economía capitalista y pública, p.25)



Última actualização
Segunda, 6 de Outobro de 2008
 

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